O efeito fotoelétrico
Em outra publicação sua no mesmo ano, Einstein pôs em dúvida vários princípios do eletromagnetismo clássico. Sua teoria do efeito fotoelétrico (pelo qual ganhou o Prêmio Nobel em Física) afirmava que a luz tinha em certo momento um comportamento corpuscular, isso porque a luz demonstrava carregar corpos com quantidades discretas de energia, esses corpos posteriormente passaram a ser chamados de fótons. Através de sua pesquisa, Max Planck mostrou que qualquer objeto emite radiação eletromagnética discretamente em pacotes, ideia que leva a teoria de Radiação de Corpo Negro. Todos esses resultados estavam em contradição com a teoria clássica da luz como uma mera onda contínua. As teorias de Planck e Einstein foram as causadoras da teoria da mecânica quântica, a qual, quando formulada em 1925, necessitava ainda de uma teoria quântica para o Eletromagnetismo.
Essa teoria só veio a aparecer em 1940, conhecida hoje como eletrodinâmica quântica; essa é uma das teorias mais precisas da Física nos dias de hoje.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Força de Coriolis
Em um sistema de referência ("referencial") em rotação uniforme, os corpos em movimento, tais que vistos por um observador no mesmo referencial, aparecem sujeitos a uma força perpendicular à direção do seu movimento. Esta força é chamada Força de Coriolis, em homenagem ao engenheiro francês Gustave-Gaspard Coriolis.
Os corpos em movimento em relação ao referencial em rotação aparecem também sujeitos a uma força radial, perpendicular ao eixo de rotação: a força centrífuga.
A força centrífuga e a força de Coriolis são, portanto, as duas parcelas da força inercial total necessária à correta descrição dos movimentos dos corpos observados a partir de referenciais não inerciais que giram em relação a um referencial inercial. Sendo parcelas de uma força inercial ou pseudo-força, são também forças inerciais, e portanto não são forças na definição formal do termo. Não se consegue estabelecer a reação do par ação-reação.
História
No final do século XVIII e início do século XIX, a Mecânica conheceu grandes desenvolvimentos teóricos. Como engenheiro, Coriolis interessou-se em tornar a mecânica teórica aplicável na compreensão e no desenvolvimento de máquinas industriais. Em seu artigo Sur les équations du mouvement relatif des systèmes de corps (1835), Coriolis define matematicamente a força que, mais tarde, levaria seu nome. Neste artigo, a força de Coriolis aparece como um componente suplementar da força centrífuga, sentida por um corpo em movimento relativo a um referencial em rotação, como acontece, por exemplo, nas engrenagens de uma máquina.
O argumento de Coriolis baseava-se na análise do Trabalho e da Energia potencial e cinética nos sistemas em rotação. Hoje em dia, a demonstração mais utilizada para ensinar a força de Coriolis usa os utilitários da Cinemática.
Foi somente no final do século XIX que e força de Coriolis fez sua aparição na literatura meteorológica e oceanográfica. O termo "força de Coriolis" apareceu no início do século XX.
Os corpos em movimento em relação ao referencial em rotação aparecem também sujeitos a uma força radial, perpendicular ao eixo de rotação: a força centrífuga.
A força centrífuga e a força de Coriolis são, portanto, as duas parcelas da força inercial total necessária à correta descrição dos movimentos dos corpos observados a partir de referenciais não inerciais que giram em relação a um referencial inercial. Sendo parcelas de uma força inercial ou pseudo-força, são também forças inerciais, e portanto não são forças na definição formal do termo. Não se consegue estabelecer a reação do par ação-reação.
História
No final do século XVIII e início do século XIX, a Mecânica conheceu grandes desenvolvimentos teóricos. Como engenheiro, Coriolis interessou-se em tornar a mecânica teórica aplicável na compreensão e no desenvolvimento de máquinas industriais. Em seu artigo Sur les équations du mouvement relatif des systèmes de corps (1835), Coriolis define matematicamente a força que, mais tarde, levaria seu nome. Neste artigo, a força de Coriolis aparece como um componente suplementar da força centrífuga, sentida por um corpo em movimento relativo a um referencial em rotação, como acontece, por exemplo, nas engrenagens de uma máquina.
O argumento de Coriolis baseava-se na análise do Trabalho e da Energia potencial e cinética nos sistemas em rotação. Hoje em dia, a demonstração mais utilizada para ensinar a força de Coriolis usa os utilitários da Cinemática.
Foi somente no final do século XIX que e força de Coriolis fez sua aparição na literatura meteorológica e oceanográfica. O termo "força de Coriolis" apareceu no início do século XX.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Física nuclear

A física nuclear estuda as propriedades e o comportamento dos núcleos atômicos e os mecanismos das reações nucleares.
Esta área da ciência teve início a partir da evolução do conceito científico a cerca da estrutura atômica, pois até meados do século XIX acreditáva-se que os átomos eram esferas maciças indestrutíveis e indivisíveis. Esses conceitos estavam de acordo com a teoria atômica de John Dalton.
Para extrair um elétron de um átomo, é necessária uma certa quantidade de energia. Da mesma forma, cada núcleo (próton ou nêutron) necessita também de grande quantidade de energia, que é da ordem de milhões de vezes. Por esse motivo, a física nuclear é denominada física de alta energia.
A física nuclear tem como objeto de estudo o núcleo atômico e suas propriedades. Os núcleos possuem propriedades que podem ser classificadas como estáticas (carga, tamanho, forma, massa, energia de ligação, spin, paridade, momentos eletromagnéticos, etc.) e dinâmicas (radioatividade, estados excitados, reações nucleares, etc.).
Estas propriedades são analisadas através de modelos nucleares que são baseados na mecânica quântica, relatividade e teoria quântica de campos. A descoberta de que os nucleons (protons e neutrons) são na realidade sistemas compostos, redirecionou o interesse dos físicos nucleares para a investigação dos graus de liberdade de quarks e, com isto, atualmente os domínios da pesquisa da física nuclear e da física de partículas se tornaram interligados.
Andar Sobre a agua !!!!
A água possui tensão superficial naturalmente, não é película, é apenas tensão superficial, isto é causado pela interação das moléculas da água. Nas patas dos insetos há pequenos cílios (pelos pequeninos) que ajudam a aumentar a área de contato com água, assim a área total formada pelo membro do inseto com seus cílios é "grande" o suficiente par dar sustentação a massa do corpo, Assim acontece com os nossos navios.
Alguns insetos ainda detém a capacidade de reter "bolhas" de ar entre os cílios o que facilita manter-se acima da lâmina d'água.
Em uma equação da lei da física que consistena soma de curva, velocidade e uma superfície plana (e os exponenciação…).
ta curioso !! veja o video desse cara andando sobre a agua !!
http://minhabarradeespacoquebrou.wordpress.com/2010/08/01/tecnica-de-para-andar-sobre-a-agua/
Alguns insetos ainda detém a capacidade de reter "bolhas" de ar entre os cílios o que facilita manter-se acima da lâmina d'água.
Em uma equação da lei da física que consistena soma de curva, velocidade e uma superfície plana (e os exponenciação…).
ta curioso !! veja o video desse cara andando sobre a agua !!
http://minhabarradeespacoquebrou.wordpress.com/2010/08/01/tecnica-de-para-andar-sobre-a-agua/
terça-feira, 27 de julho de 2010
Mecânica Clássica
A Mecânica Clássica se refere às três principais formulações da mecânica pré-relativística: a mecânica newtoniana, a mecânica lagrangeana e a mecânica hamiltoniana. É a parte da Física que analisa o movimento, as variações de energia e as forças que atuam sobre um corpo. No ensino de física, a mecânica clássica geralmente é a primeira área da física a ser lecionada.
Teoria
A quantidade problemas resolvidos a partir da mecânica clássica é grande, isso acontece porque seus axiomas, ou princípios são gerais. Dentre esses os principais são:
O espaço é absoluto, não podendo sofrer alteração.
Da mesma forma que o espaço o tempo também é absoluto, não sofrendo mudanças.
A velocidade de um corpo pode crescer indefinidamente.
Unidades de medida
Qualquer medida física só tem algum significado se for acompanhada da respectiva unidade e da incerteza do processo de medida.
A importância da unidade de medida é intuitiva: um texto que se refira a uma 'velocidade de 30' está claramente incompleto se não for especificada a unidade da velocidade, como em 'velocidade de 30 km/h' ou 'velocidade de 30 m/s'.
Já a incerteza do processo de medida é uma informação que é frequentemente negligenciada. Qualquer processo de medida possui uma incerteza inerente. Por exemplo, uma régua escolar é precisa até a unidade dos milímetros, portanto qualquer medição feita com este instrumento deve ser registrada com esta informação. Ou seja, a medição efectuada com uma régua escolar tem um erro de aproximadamente 0.5 milímetros (é metade da divisão menor). Por exemplo, o comprimento de um determinado fio é 20 cm, dizemos que o seu comprimento é 20 ± 0.05 cm; logo, o comprimento exacto do fio encontra-se entre 19.95 e 20.05 cm.
O erro de medida fica cada vez menor a medida que suas unidades são divididas em mais partes. Se, com ajuda de algum aparelho especial, um milímetro de uma régua comum for dividido em 10 partes a medição será mais exata do que apenas usando o milímetro como unidade. No entanto, isso não elimina a incerteza: apenas a diminui. A medida de uma grandeza se faz, adotando-se uma medida ou convenção denominada padrão, através desta, determina-se os múltiplos e submúltiplos do padrão.
Em cada lugar do mundo se media de diferentes formas, cada maneira de medir se chamava Sistema de medida.hoje em dia se usa no mundo inteiro o Sistema Internacional de Unidades (SI) um sistema padrão. No Brasil, o sistema utilizado é o SI, cada sistema de unidades tem uma unidade padrão para cada medida.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_cl%C3%A1ssica
Teoria
A quantidade problemas resolvidos a partir da mecânica clássica é grande, isso acontece porque seus axiomas, ou princípios são gerais. Dentre esses os principais são:
O espaço é absoluto, não podendo sofrer alteração.
Da mesma forma que o espaço o tempo também é absoluto, não sofrendo mudanças.
A velocidade de um corpo pode crescer indefinidamente.
Unidades de medida
Qualquer medida física só tem algum significado se for acompanhada da respectiva unidade e da incerteza do processo de medida.
A importância da unidade de medida é intuitiva: um texto que se refira a uma 'velocidade de 30' está claramente incompleto se não for especificada a unidade da velocidade, como em 'velocidade de 30 km/h' ou 'velocidade de 30 m/s'.
Já a incerteza do processo de medida é uma informação que é frequentemente negligenciada. Qualquer processo de medida possui uma incerteza inerente. Por exemplo, uma régua escolar é precisa até a unidade dos milímetros, portanto qualquer medição feita com este instrumento deve ser registrada com esta informação. Ou seja, a medição efectuada com uma régua escolar tem um erro de aproximadamente 0.5 milímetros (é metade da divisão menor). Por exemplo, o comprimento de um determinado fio é 20 cm, dizemos que o seu comprimento é 20 ± 0.05 cm; logo, o comprimento exacto do fio encontra-se entre 19.95 e 20.05 cm.
O erro de medida fica cada vez menor a medida que suas unidades são divididas em mais partes. Se, com ajuda de algum aparelho especial, um milímetro de uma régua comum for dividido em 10 partes a medição será mais exata do que apenas usando o milímetro como unidade. No entanto, isso não elimina a incerteza: apenas a diminui. A medida de uma grandeza se faz, adotando-se uma medida ou convenção denominada padrão, através desta, determina-se os múltiplos e submúltiplos do padrão.
Em cada lugar do mundo se media de diferentes formas, cada maneira de medir se chamava Sistema de medida.hoje em dia se usa no mundo inteiro o Sistema Internacional de Unidades (SI) um sistema padrão. No Brasil, o sistema utilizado é o SI, cada sistema de unidades tem uma unidade padrão para cada medida.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A2nica_cl%C3%A1ssica
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Nasa confirma trajetória da Jabulani ‘imprevisível’ a partir de 72 km/h
Engenheiro atesta que costuras e baixo peso podem causar imprecisão

A Nasa, agência espacial americana, confirmou nesta quinta-feira que a Jabulani, quando viaja a mais de 72 km/h, passa a ter um percurso "imprevisível". A bola da Copa da África do Sul, produzida pela Adidas, pesa 440 gramas. Segundo a Nasa, as costuras, junto ao peso baixo, podem ser a causa de trajetórias aleatórias.
De acordo com o engenheiro aeroespacial Rabi Mehta, um dos que pesquisaram as ações da bola, a Jabulani descreve um caminho impreciso.
– É óbvio que existe um efeito – disse.
Para explicar o comportamento estranho, Mehta assinala que, quando uma bola relativamente lisa parece voar sem muito efeito, o contato do ar com a superfície é alterado pelos canais de suas costuras. Essa assimetria cria forças laterais que podem, de repente, empurrar a bola em uma direção de forma aleatória e causar giros bruscos e quedas.
A imprecisão da bola pode ser afetada também pela altitude em que estão alguns estádios do Mundial, onde a densidade do ar é baixa, como os 1.700 metros de Joanesburgo, palco da final entre Espanha e Holanda. De acordo com os pesquisadores, na altitude como a da cidade, a bola pode tender a viajar mais rápido, mas também a desviar menos sua rota.

A Nasa, agência espacial americana, confirmou nesta quinta-feira que a Jabulani, quando viaja a mais de 72 km/h, passa a ter um percurso "imprevisível". A bola da Copa da África do Sul, produzida pela Adidas, pesa 440 gramas. Segundo a Nasa, as costuras, junto ao peso baixo, podem ser a causa de trajetórias aleatórias.
De acordo com o engenheiro aeroespacial Rabi Mehta, um dos que pesquisaram as ações da bola, a Jabulani descreve um caminho impreciso.
– É óbvio que existe um efeito – disse.
Para explicar o comportamento estranho, Mehta assinala que, quando uma bola relativamente lisa parece voar sem muito efeito, o contato do ar com a superfície é alterado pelos canais de suas costuras. Essa assimetria cria forças laterais que podem, de repente, empurrar a bola em uma direção de forma aleatória e causar giros bruscos e quedas.
A imprecisão da bola pode ser afetada também pela altitude em que estão alguns estádios do Mundial, onde a densidade do ar é baixa, como os 1.700 metros de Joanesburgo, palco da final entre Espanha e Holanda. De acordo com os pesquisadores, na altitude como a da cidade, a bola pode tender a viajar mais rápido, mas também a desviar menos sua rota.
Jabulani a bola da copa

Aerodinâmica da Jabulani
Segundo Derek Leinweber e Adrian Kiratidis, que já estudaram a aerodinâmica de bolas de futebol, golfe, críquete e vários outros esportes, as manifestações dos jogadores sobre a Jabulani têm razões bem mais profundas do que simplesmente agradar este ou aquele patrocinador.
Bola rápida e imprevisível
A nova bola é de fato mais rápida, faz curvas de forma imprevisível e é sentida como sendo mais dura no impacto. Os físicos afirmam que a maior dificuldade em lidar com a Jabulani deverá ser sentida pelos goleiros.
"Embora a Fifa tenha normas rígidas sobre o tamanho e o peso das bolas, eles não dispõem de regulamentação sobre a superfície externa das bolas.
"A Jabulani tem uma textura com pequenos sulcos e 'aero ranhuras', e representa uma ruptura radical com a bola Teamgeist ultra-suave, que foi utilizada na última Copa do Mundo," disse o professor Leinweber.
Diferenças da Jabulani
"A Teamgeist foi uma grande tacada na última Copa do Mundo. Como ela era muito lisa - muito mais lisa do que uma bola de futebol comum - ela tinha uma tendência a seguir uma trajetória mais curva do que a bola convencional, e a cair mais repentinamente no fim da sua trajetória.
"Em comparação, os sulcos aerodinâmicos na Jabulani têm tendência a criar uma turbulência em volta da bola suficiente para sustentar seu voo por uma distância maior, e é uma bola mais rápida, mais dura no jogo.
"A expectativa é que a Jabulani faça mais curvas do que qualquer bola encontrada anteriormente. Os jogadores também estão descobrindo novas oportunidades para lançar a bola de maneira errática, para desespero dos melhores goleiros do mundo. Ao atingir o goleiro, a Jabulani terá desviado e mergulhado, chegando com mais força e energia do que a Teamgeist," conclui o físico.
Fonte: http://quanticalizando.blogspot.com/2010/06/fisicos-explicam-aerodinamica-da.html
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=aerodinamica-jabulani-bola-copa&id=010160100610
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